POUSADA UACARI #2

TERÇA-FEIRA – SEXTO DIA

Aqui acorda-se cedo.  Café da manhã às 7h.

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Um visitante matinal

Um visitante matinal

 

Café, suco de frutas da região, pães, bolos, biscoitos… e uma boa conversa. O Danilo tem muita estória para contar. Detalhe: em grupo só conversamos em inglês por pura cortesia ao Kevin, o único que não entende português.

 
De manhã vamos de lancha até Vila Alencar, uma comunidade vizinha.

c_DSC06331Ao chegarmos, Dona Benta, que é guia comunitária, sobe a bordo e nos explica a rotina da vila, como funciona a escolinha, como se faz farinha de mandioca, etc.

 

 

A escolinha: as aulas tinham acabado quando chegamos.

 
Vamos conversar com os alunos.

 
Confraternização com a fauna local:

 
Tinham acabado de celebrar a Festa do Divino.

 

 

No final da visita somos levados à lojinha de artesanato. As peças, de muito bom gosto, são feitas com sementes e frutos do local.

 
Fazia calor e eu louco para entrar na água. Enquanto os outros continuavam examinando e comprando artesanato fiquei namorando o banhado em frente à lojinha. Perguntei para o Danilo se podia dar um mergulho e pela primeira vez ele disse que sim! Água! Ôba!

Pouco depois ele se juntou a mim e não demorou muito as crianças vieram também. Na hora de irmos embora, o Kevin, que nem molhou os pés, me perguntou, olhando desconfiado para aquela água: “Seu banho foi bom?”

 
A visita foi muito legal, mas vamos almoçar em “casa”.

 
À tarde saímos numa canoa a remo para tentarmos avistar os bichos mais de perto — dois passageiros apenas e Seu Francisco, guia nativo.

Entramos num igapó mantendo silêncio quase total. Vemos macacos grandes e aves, mas eles são extremamente cautelosos e fogem sem nem conseguirmos chegar perto. Muitas das árvores são altíssimas, a vegetação é densa e assim fica difícil observá-los, mesmo com binóculos. (Para quem, como eu, adora ver animais silvestres de perto recomendo um bom zoológico!)A floresta alagada é belíssima! Saímos da mata já no final da tarde e a correnteza nos leva preguiçosamente rio abaixo para a pousada.

 
Após o jantar fico sentado no deck, lua quase cheia, temperatura agradável, o repelente funcionando que é uma maravilha. Vejo os contornos escuros da floresta, o rio correndo aos meus pés, os morcegos caçando… estou bem no meio da Amazônia. Muito bom!


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